
Após muitas caminhadas, conversas, manifestações debaixo de muita neve, muito frio e, principalmente, o desempenho pífio dos dirigentes das nações do planeta, até agora, esta reunião sobre o aquecimento global está sendo a maior gelada.
Como sempre a dupla latina de ditadores de quinta categoria Evo Morales e Hugo Chávez apresentou seu número predileto no palco de Copenhague. Culpou o capitalismo e o "império" (leias-se EUA) pelos impasses na cúpula.
Como de hábito, ditador nenhum conhece a extensão do seu rabo, por isto vale esclarecer que os dois vivem de vender poderosos emissores de carbono - gás e petróleo. Evo fatura junto ao Brasil e Chávez tenta executar seu projeto de socialismo do século XXI com os dólares do "império".
No entanto, quem se mostrou progressista foi o retrógado Vaticano que anunciou que vai proibir a circulação de veículos movidos a gasolina dentro do seu território. Em tempo: o Papamóvel é movido à energia elétrica.





