CQC no Senado Já

Na Casa onde Sarnynha ou Sir Ney Maranhão Ribamar Marimbondo de Fogo manda tem CENSURA. Há cerca de um ano, depois de um incidente com Renan Calheiros (PMDB-AL), da mesma trupe do Presidente do Senado, a equipe do programa de jornalismo humorístico Custe o que Custar – CQC – da TV Bandeirantes, está proibido de fazer gravações no salão azul da casa.

A Mesa Diretora do Senado já recebeu um ofício assinado por 46 dos 81 senadores, e de autoria dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Eduardo Suplicy (PT-SP) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), destinado ao primeiro secretário da Mesa, Cícero Lucena (PSDB-PB), pedindo o fim da CENSURA.

Geennnnnteeeeee. Na terra de Sarnynha, onde deveria ser um dos locais de ferrenha defesa da democracia e da liberdade de expressão, ainda tem CENSURA.

CENSURA com letras garrafais, para causar calafrios.

Diz o documento enviado a Mesa Diretora do Senado: “Solicitamos a Vossa Excelência, tendo em vista os preceitos constitucionais, sobretudo os ditames do título VIII, capítulo 5º, da Carta Magna, que fala da liberdade de expressão, da liberdade de comunicação, que determine à Secretaria de Polícia do Senado Federal que adote, em relação aos integrantes do CQC, o mesmo tratamento que é dispensado aos profissionais dos demais veículos de comunicação, que têm autorização para realizarem reportagens nas dependências do Senado Federal”.

A carta solicitando, o que nunca deveria ter sido revogado ao CQC demorou mais de um ano a sair, mas antes tarde do que nunca.








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